10 dezembro
jazmine

Dispareunia tem solução! Pratique a ginástica íntima!

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No mundo todo cerca de quatro em cada dez mulheres sofre com algum tipo de dor durante a relação sexual. O termo dispareunia significa simplesmente “relação sexual dolorosa”.

A dor pode acontecer após a relação, ou durante o intercurso da relação, apenas durante a penetração ou mesmo antes de a penetração acontecer.

Quais são os tipos de dor sexual?

Para algumas mulheres o problema não é constante: para elas, a maioria das relações com penetração não é dolorosa, mas a dor acaba aparecendo em uma ou outra relação isolada, com o mesmo parceiro ou não. No entanto, outras mulheres podem apresentar dor em toda e qualquer tentativa de penetração. Em certos casos a mulher sente dor sexual mesmo sem a penetração, apenas pelo estímulo da região genital.

Dispareunia: quando a mulher consegue ter relações sexuais sem dor, mas em algumas vezes a dor aparece, de maneira repetitiva. Pode haver dor no momento da penetração, durante o ato sexual ou mesmo antes de a penetração acontecer.

Vaginismo: quando a mulher jamais conseguiu ter uma penetração sem ter dor (seja pelo pênis, por um dedo ou pelo absorvente interno), o problema é conhecido como vaginismo. Cinco em cada cem mulheres pelo mundo apresenta algum grau de vaginismo, onde nos casos mais severos a mulher não consegue ser penetrada de maneira alguma.

Disfunção sexual não-coital: quando a mulher sente dor sem a penetração, seja por um estímulo físico, como um carinho na região genital, ou a masturbação, ou mesmo por um estímulo psíquico (simplesmente de pensar ou ouvir falar em sexo).

Vulvodínia: quando há um desconforto na região vulvar (genitália externa, principalmente entre os pequenos lábios), sem que haja sinais de inflamação (vermelhidão com dor) ou de infecção (inflamação causada por microrganismos), que pode afetar 15% das mulheres.

Lembre-se de que existem diversos tipos de dor na relação sexual, que podem ser causadas pelas situações mais distintas. A primeira coisa a se fazer quando se percebe alguma dor ligada à relação sexual é consultar o médico ginecologista para identificar qual o problema e o que o está causando. É o que chamamos diagnóstico.

O tratamento só vai funcionar com o diagnóstico correto. De acordo com o tipo de problema, o tratamento se resume basicamente em farmacoterapia (medicamentos), psicoterapia e fisioterapia especializada.

Lembrando que o pompoarismo é uma ginástica íntima oriental que tem como objetivo fortalecer a musculatura da vagina e de toda a região pélvica, ajudando no tratamento.

Fonte:http://www.perineo.net/

 

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